Irmãs Discípulas realizam Tríduo preparatório para a Solenidade da Santíssima Trindade



A Solenidade da Santíssima Trindade é uma Festa de grande importância para a Companhia das Irmãs Discípulas do Divino Pastor, visto que a fundação da Companhia ocorreu exatamente no Ano Jubilar 2000, em que a Igreja no mundo todo dedicou à Santíssima Trindade. Por isso, na Espiritualidade da Companhia está sublinhado a importância do Mistério Trinitário de Deus que vive uma Comunidade de Amor.
Desde a fundação, todos os anos, todas as irmãs se reúnem em retiro espiritual para se prepararem para fazer a Renovação das Promessas de Castidade, Pobreza e Obediência no dia da Solenidade da Santíssima Trindade. Quando há alguma noviça para fazer os votos, também é feito nesta mesma celebração. Este ano, porém, como para muita gente, tudo está sendo muito diferente por causa da Pandemia. Com as Irmãs Discípulas não está sendo diferente. Tendo em vista o cuidado com a vida, as Irmãs optaram por não se reunirem, especialmente por causa das irmãs do grupo de risco, e por isso realizaram orações e celebrações internas em comunhão, mas separado por fraternidade (casas).
Uma dessas orações foi o Tríduo à Santíssima Trindade que a cada dia refletiu e contemplou uma Pessoa da Santíssima Trindade e a relação que cada Irmã Discípula precisa ter com essa Pessoa.

No primeiro dia: Deus Pai


 “As Irmãs Discípulas haverão de ter uma relação especial com o Pai. É Jesus quem nos conduz até Ele. “Ninguém vem ao Pai senão por mim” (Jo 14,6). É amando o Filho que entramos no amor do Pai e nos sentimos também filhos. “Se alguém me ama guardará a minha palavra é meu Pai o amará e a Ele viremos e nele estabeleceremos a nossa morada” (Jo 14,23). (Constituições DDP, p. 12).

No segundo dia: Deus Filho


“As Irmãs Discípulas haverão de ter uma relação especial com o Filho. Ele nos chama de “irmãos” (Mt 28,10; Hb 2,11-12). Somos os seus “amigos” (Lc 12,4; Jo 15,15) e isto exatamente porque Ele nos revelou o mistério de seu Pai: “assim como o Pai me amou, também eu vos amei. Permanecei no meu amor, como eu guardei os mandamentos de meu Pai e permaneço no seu amor” (Jo 15, 9-10). Jesus quer ver prolongada em nossas orações e em nossa vida, aquela profunda e misteriosa união de amor entre as Três Pessoas Divinas. “... que sejam um, como nós somos um: eu neles e Tu em mim” (Jo 17, 22-23). (Constituições DDP, p. 11)

No terceiro dia: Deus Espírito Santo


“As Irmãs Discípulas haverão de ter uma relação especial com o Espírito Santo. Onde moram o Pai e o Filho não pode estar ausente o Espírito. É o Espírito Santo que nos ensina e recorda tudo o que Jesus disse (Jo 14, 26). O Espírito Santo fará com que nesta Companhia se vivencie o mistério divino. O Espírito Santo é o grande Dom que escolhe o nosso coração como sua morada e transforma esta morada, pela graça santificante que se manifesta na capacidade de amar a Deus e ao próximo, fazendo a entrega da vida. O Espírito Santo nos ensina a rezar e socorre a nossa fraqueza. As Irmãs deverão sempre permitir que a ação santificadora do Espírito Santo as transforme sempre mais na imagem do Filho, o Bom Pastor, segundo o plano do Pai. Deus Pai quer vernos semelhantes a seu Filho. (Constituições DDP, p. 12)

Esse formato de orações ainda continuará sendo realizada pelas Irmãs, em comunhão entre as Fraternidades, agora com Temas propostos pelo Conselho Geral, tendo em vista a renovação das Promessas das Irmãs, que por causa da Pandemia, não pode acontecer neste final de semana, mas que será feita dentro de alguns dias de forma interna e fechada em cada Fraternidade, na presença da Reverenda Madre Nilde e do Reverendo Pe Reinaldo Braga Júnior, fundador.

















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